the eye journal
estreia 10 de agostosegunda a sexta, às 6h cinco minutosde graça

Um jornal diário pra sair do automático.

Você não está preso. Está confortável. A partir de segunda, 10 de agosto, todo dia às 6h chega um número sobre a sua vida que já existe, já está calculado, e que ninguém nunca te mostrou. É difícil continuar no automático depois de ver.

primeira edição

10 de agosto

segunda-feira, às 6h da manhã

a primeira edição sai dia 10 · depois é todo dia útil às 6h · de graça

Capa da edição 001 do the eye journal

por que este jornal existe

Ninguém acorda e decide viver no automático.

Você entra nele. Um dia de cada vez, em decisões pequenas demais pra merecer pensamento. Ninguém escolhe perder dez anos: escolhe vinte e sete vezes por mês, e nenhuma dessas vezes parece importante o suficiente pra ser anotada.

E o motivo de isso funcionar não é fraqueza sua. É que você não tem o número. Ninguém é indisciplinado com o que consegue ver: ninguém esquece de pagar o aluguel. As pessoas erram consistentemente numa coisa só, o que é pequeno, repetido e não registrado.

Enquanto isso, seu banco sabe exatamente quanto você gastou em comida no ano passado. O sistema do seu celular sabe quantos dias, somados, você passou olhando para a tela. Seu relógio sabe há quantas semanas você não treina. Cada um desses números está calculado, guardado e atualizado a cada segundo.

Nenhum deles te conta.

Não é falha técnica. Somar é a operação mais barata que existe num banco de dados. O que é caro é mostrar o total e continuar vendendo. Um aplicativo de delivery mostra o pedido, nunca o ano. O banco mostra o saldo, não a soma por categoria. A rede social mostra a notificação, não as horas que ela te tomou em janeiro.

Em todos os casos, o número que apareceria e te faria parar é justamente o que não aparece.

Este jornal existe pra quebrar isso, e faz de um jeito só: mostrando o número. Todo dia útil, às 6h, uma edição com o total inteiro na frente, a origem dele, e a conta que leva até ele. Sem estimativa, sem juros escondidos e sem nada que você precise aceitar na fé.

Não é informação a mais. É o contrário: é a única informação que faltava, e que estava sendo omitida justamente porque ela para o automático.

No fim de cada edição tem uma tarefa, e ela nunca é cortar nada. É olhar um dado que já existe sobre você e anotar. Leva cinco minutos. Na sexta você tem quatro números seus na mão, e três deles já existiam há anos, guardados por empresas que nunca acharam que valia te avisar.

Não tem conselho aqui, não tem plano de doze semanas e não tem verbo no imperativo. O jornal mostra o número e cala a boca. O que você faz com ele é problema seu.

leia antes de assinar

A edição de segunda, inteira.

Capa da edição 001
Página 2
Página 3
Página 4

quatro páginas, todo dia útil a partir do dia 10, no corpo do e-mail. sem corte, sem prévia e sem link pra clicar pra ler o resto.

a semana

Cinco dias, quatro áreas, um retrato.

Cada dia da semana cobre uma área da sua vida. Não por tema solto: no fim da semana os quatro números juntos são o retrato que ninguém nunca te entregou.

segundadinheiro. O que sai por ano no gasto pequeno demais pra ser anotado.
terçatempo. Quantos dias por ano moram dentro da tela do celular.
quartacorpo. A diferença entre os treinos que você acha que fez e os que aconteceram.
quintacabeça. O que está aberto há meses, e quanto já custou sem você ver.
sextavigilância. Quem já tinha, pronto e guardado, os quatro números da sua semana.

dúvidas

Antes de dar seu e-mail.

É de graça mesmo?

É. Não tem plano pago, não tem versão premium e não tem conteúdo escondido atrás de assinatura. Se um dia mudar, você sabe antes de qualquer cobrança.

Vou receber propaganda?

Não. Uma edição por dia, de segunda a sexta, às 6h. Nada além disso, e o seu e-mail não é vendido nem compartilhado.

Isso é conteúdo de motivação?

O contrário. O jornal constata: mostra um número e a conta que leva até ele. Se uma edição te fizer sentir alguma coisa, foi o número, não o texto.

De onde vêm os números?

De fonte pública, citada na própria edição. A regra da casa é que nada é afirmado sem origem. Sem fonte, o jornal não afirma: vira pergunta.

Preciso instalar alguma coisa?

Nada. Nenhum aplicativo, nenhuma planilha e nenhum bloqueador. As tarefas usam o que já está no seu celular e no seu banco.

Como eu saio?

Um clique no fim de qualquer edição. Sem formulário, sem pesquisa de saída e sem pergunta sobre o porquê.

Você não está preso.
Está confortável.

estreia 10 de agosto · de segunda a sexta · às 6h · de graça